Quinta, 21 de Junho de 2018

MPB embala a noite de hoje no Festival de Bonito

31 JUL 2010Por 16h:35
OSCAR ROCHA

A cantora Maria Gadú, que encerra hoje a parte nacional do 11º Festival de Inverno de Bonito, está próxima de entrar no clube dos principais nomes da MPB. Na última quinta-feira, ela gravou o primeiro DVD, em São Paulo, que será lançado em breve dentro dos projetos ao vivo do canal Multishow.
Seu nome começou a chamar atenção há cerca de um ano meio, quando uma das suas interpretações foi incluída na trilha sonora da minissérie “Maysa”. Após essa estreia nacional, a fama cresceu e a cantora incluiu outras canções em novelas da Rede Globo – a gravadora que a lançou é a Som Livre.
Atualmente, pode ser ouvida na regravação de “Rapte-me camaleoa”, de Caetano Veloso, que faz parte de “Ti ti ti”. Por sinal, o músico baiano, junto com Milton Nascimento, foi o primeiro a elogiar a atuação da artista dentro do cenário artístico.
O show em Bonito deverá ser marcado pela reinterpretação de “A história de Lily Braun”, de Chico Buarque e Edu Lobo, que fez parte da trilha sonora de “Cinquentinha”, minissérie de Aguinaldo Silva, e “Laterna dos afogados”, de Herbert Vianna, que registrou no DVD.
Antes, às 19h, mais música no festival. No palco Fala Bonito, se apresentam o cantor local Thiago Perez e os cariocas Paulinho Moska e  Bangalafumenga. Thiago, que já lançou CD, mostra as suas composições. Moska traz seu novo show para o evento, que divulga o álbum duplo, “Muito pouco”, lançado recentemente. Sem lançar CD com inéditas há seis anos, Paulinho destaca canções marcadas por arranjos delicados e mais intensos, com influência, em alguns momentos, do pop latino. Será acompanhado por  baterista, tecladista e baixista. O roteiro incluirá  as novas canções e os antigos sucessos.
Depois dele, é a vez do Bangalafumenga. O grupo teve início como bloco de carnaval e tem como articulador o compositor e cantor Rodrigo Maranhão, que tem composições gravadas por Marcelo D2, Adriana Calcanhoto e Maria Rita. O samba e o funk dão as cartas na sonoridade. A ideia é fazer todos pularem.

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