ESPORTES

Motocross cria categoria para pilotos do País

Motocross cria categoria para pilotos do País
18/08/2010 07:43 -


Eduardo Miranda

Com apenas um piloto brasileiro, o mineiro Antônio Balbi, na principal categoria do Circuito Mundial de Motocross, os organizadores do GP Brasil desta temporada criaram uma categoria paralela, só com motociclistas nacionais. O objetivo desta nova disputa é trazer a competição para mais perto do público campo-grandense.
Uma categoria especial, de motos de 150 cilindradas antecederá, a partir do próximo sábado, na pista da Capital sul-mato-grossense, os pegas entre os melhores pilotos do mundo nas categorias MX1 e MX2.
A Honda inscreveu quarenta pilotos brasileiros, com idade entre 10 e 17 anos na nova categoria. Assim, os fãs do motocross poderão torcer por um sul-mato-grossense neste fim de semana: Pedro Godoy.
Circuito Mundial
Na disputa do Mundial, os campo-grandenses terão de acostumar-se com nomes de pilotos europeus. São eles que brigarão pelos primeiros lugares na categoria MX1, a principal da competição. O italiano Antônio Cairoli, chega com a possibilidade de conquistar o título da temporada já nesta etapa. Ele lidera o Mundial com 531 pontos, e apenas o segundo colocado, o belga Clement Dasalle, que tem 447, pode atrapalhar seus planos na competição.
Nesta mesma categoria, o basileiro Antônio Balbi conquistou apenas dois pontos, e na 53ª posição, é o penúltimo colocado na temporada. Na MX2, categoria que não conta com pilotos brasileiros, o líder é o francês Marvin Musquim.
Além de Balbi, outros cinco brasileiros disputarão a competição. Todos convidados pelas construturas de motocicletas. O Grande Prêmio Brasil acontece neste fim de semana, em Campo Grande, na pista montada na saída para Três Lagoas.
smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".