Domingo, 18 de Fevereiro de 2018

ÁREA CENTRAL

Moradores se mobilizam contra algazarra em pontos comerciais

12 FEV 2011Por Vanya Santos11h:35

Depois que moradores do entorno do Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande, fizeram um abaixo-assinado pedindo a proibição dos shows realizados no local, afim de garantir o sossego e a tranquilidade, pessoas incomodadas com o barulho e a algazarra de estabelecimentos comerciais situados na região central da Capital também se mobilizaram para cobrar que o poder público solucione o problema.

No início deste mês, famílias que residem próximo ao cruzamento da Rua José Antônio Pereira com a Avenida Fernando Corrêa da Costa encaminharam ofícios pedindo que as autoridades competentes tomem providências com relação ao barulho excessivo provocado por frequentadores de locais, como: Posto Trokar (aberto 24h na Rua José Antônio esquina com Fernando Corrêa), Conveniência Bebi Festas (aberta 24h na Rua José Antônio), Conveniência Fest Beer (aberta 24h na Avenida Fernando Corrêa da Costa), além das cachaçarias Brasil e Água Doce.

Cerca de 80 pessoas promoveram um abaixo-assinado e encaminharam o documento para o Comando da Polícia Militar (PM), Câmara Municipal, Delegacia Especializada de Ordem Pública e Social (Deops), Ministério Público Estadual (MPE) e Prefeitura de Campo Grande. A expectativa é de que algumas dessas entidades atuem e devolva o sossego aos moradores, que afirmam não conseguirem mais dormir aos finais de semana.

Reclamações
No documento, consta que moradores, comerciantes e trabalhadores da Rua José Antônio, entre a Barão de Melgaço e a Fernando Corrêa da Costa e região, querem solução urgente para o problema que normalmente acontece das 22h de sábado até às 6h de domingo e também nas vésperas de feriados. As principais reclamações são com relação ao alto som dos veículos dos frequentadores desses pontos comerciais, bem com racha entre motocicletas, queima de pneus de veículos e exibicionismo por parte dos condutores.

De acordo com os moradores, ao término das madrugadas de algazarra as famílias se deparam com sujeira espalhada nas portas de suas residências. Latas e garrafas de bebidas alcoólicas ficam jogadas por toda parte. Algumas pessoas que frequentam as conveniências, conforme as famílias, fazem necessidades fisiológicas nas vias públicas e também próximo aos muros das casas.

Os moradores alegam que esses frequentadores estão tirando o sossego de todas as pessoas que residem na região e que ninguém consegue dormir. As famílias afirmam que nas madrugadas em que a bagunça generalizada acontece, a PM é acionada por meio do telefone 190, mas nenhuma viatura é encaminhada para dispersar os baderneiros.

 

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