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Montadoras preparam-se para melhor mês em vendas de veículos

28 FEV 10 - 05h:32
As montadoras preparamse, a partir de amanhã, para o melhor mês da história do setor, com projeções de superar a marca de 308 mil veículos vendidos em setembro, até agora o recorde mensal. Haverá feirões durante o mês todo nas fábricas, revendas e em espaços nobres utilizados para esses eventos. O fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), em vigor há um ano e dois meses, será o principal motor dos negócios em março, confiam as empresas. A previsão de montadoras e concessionárias é de vendas próximas a 320 mil veículos em março, incluindo caminhões e ônibus. Em fevereiro, mês curto em relação ao demais e com o feriado de carnaval no meio, foram vendidas cerca de 215 mil unidades, quase 2 mil a mais do que no mês anterior. Na quinta-feira, os licenciamentos já atingiam 201,6 mil unidades. O balanço final deve ser divulgado amanhã. Desta vez, as montadoras não estão “chorando” o fim de um benefício, como é de costume, embora alguns representantes do setor achem que não é o momento ideal para sua retirada. Em abril, os carros voltam a ser taxados com o IPI integral, o que deve resultar em aumento dos preços dos carros novos em 3,5% a 4%. O setor foi contemplado com o subsídio em meados de dezembro de 2008, no auge da crise financeira internacional. A redução do imposto ajudou a indústria a obter vendas recordes em 2009, de 3,1 milhões de veículos, enquanto em quase todo o mundo os negócios despencaram por causa da crise. Inicialmente previsto para durar três meses, o benefício foi renovado três vezes. “Agora não há nenhuma chance de prorrogação”, informa um integrante do Ministério do Desenvolvimento. “Em nossas projeções para o ano trabalhamos com o fim do corte do IPI em março”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider Com promoções e apelo publicitário voltado ao fim do IPI, o consumo deve ser mais forte em março, com antecipações de compras, e em abril ocorrerá um freio nos negócios, avaliam empresas e consultores. Mas não o suficiente para atrapalhar as projeções da Anfavea de cresc imento de quase 10% nas vendas até o fim do ano, atingindo novo recorde de 3,4 milhões de unidades “Há outros fatores que devem compensar a volta do IPI, como a continuidade da expansão do crédito, prazos de fi nanciamento longos, confiança do cons u m idor e o mu n do do trabalho com desempenho positivo”, diz Douglas Uemura, economista da LCA Consultores.
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