Sábado, 24 de Fevereiro de 2018

SAINDO DA CRISE

MMX registra lucro pela 1ª vez em quatro anos em MS

13 NOV 2010Por VERA HALFEN03h:00

No terceiro trimestre de 2010, a MMX Corumbá Mineração produziu 557 mil toneladas de minério de ferro, registrando volume 98% maior que no trimestre anterior e 32% superior ao desempenho verificado no terceiro trimestre de 2009, que registrou prejuízo de R$ 23,5 milhões. O Ebtida (lucro antes das deduções de impostos, juros, depreciação e amortização) foi positivo pela primeira vez, com R$ 7,2 milhões, desde que a mina entrou em operação em 2006.

Na MMX Metálicos Corumbá, cujas operações foram encerradas em 2009, apresentou Ebitda no terceiro trimestre de 2010, negativo em R$ 570 mil, ante R$ 702 mil positivo do trimestre anterior.

Nesse segundo trimestre a unidade de Corumbá, de acordo com a empresa, teve o resultado afetado por uma parada programada da planta de beneficiamento. Nesse período, o prejuízo registrado chegou a R$ 47,5 milhões, com produção de 281 mil toneladas.

Lucro
As unidades da mineradora MMX, do Grupo EBX, registraram produção de 1,9 milhão de toneladas de minério de ferro no terceiro trimestre de 2010 e registra lucro de R$ 85,8 milhões – um recorde tanto na produção quanto no lucro da companhia. Esse desempenho foi 26% maior que o verificado no terceiro trimestre de 2009. No acumulado do ano, o produção somou 5,6 milhões de toneladas de minério de ferro, volume que já supera toda a produção de 2009.

Segundo o presidente e diretor de Relações com Investidores, Roger Downey, no terceiro trimestre de 2010, a MMX deu um passo importante para sua consolidação como fornecedor de minério de ferro para mercados transoceânicos. Além disso, os principais destaques no período foram o aumento de capital da companhia, que ainda está sendo efetuado; a entrada da sul-coreana SK Networks como acionista da empresa; a oferta de aquisição do superporto Sudeste e a aquisição de novos ativos minerários em Minas Gerais.

Caixa
O caixa da MMX fechou positivo, no final do terceiro trimestre de 2010, em R$ 919,3 milhões divididos em: R$ 807,4 milhões em aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, remuneradas a uma taxa livre de encargos administrativos sobre o CDI de 102,9% marcada a mercado, e 104,7%, taxa nominal na curva e, R$ 111,9 milhões contabilizados em caixa e bancos. A dívida financeira total da MMX valia R$ 1,1 bilhão, incluindo as debêntures cambiais com a Votorantin.

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