Ministério libera R$ 71 milhões em emendas para MS

Ministério libera R$ 71 milhões em emendas para MS
26/01/2010 07:22 - MARCO EUSÉBIO


O Ministério da Integração Nacional liberou R$ 71 milhões para obras em 55 municípios de Mato Grosso do Sul através de emendas empenhadas no Orçamento da União de 2009. Para acelerar o início das obras antes do período em que a legislação eleitoral proíbe o repasse de recursos federais para novos empreendimentos, o secretário de Desenvolvimento do Centro- Oeste, Carlos Henrique Menezes Sobral, esteve ontem em Campo Grande acompanhado do diretor nacional da Secretaria, Frederico Valente, para assi nar três convên ios com o Governo do Estado, que somam R$ 11 milhões, e outros 95 convênios com 55 prefeituras. A solenidade de assinatura dos convênios ocorreu na sede da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul). Além dos prefeitos, estiveram presentes os senadores Valter Pereira (PMDB) e Marisa Serrano (PSDB) e os deputados federais Dagoberto Nogueira (PDT), Antônio Carlos Biffi, Vander Loubet (ambos do PT); Waldemir Moka, Nelson Trad e Geraldo Resende (PMDB). Coordenador da bancada, Moka abriu o encontro frisando, entretanto, que o resultado do repasse era de uma atuação coletiva de toda a bancada. A visita do representante do Ministério da Integração Nacional foi sugerida por Frederico Valente e para evitar que cada prefeito tivesse de ir a Brasília assinar os convênios e agilizar o prazo para licitação e iniciar as obras antes de abril, para não haver impedimento da lei eleitoral. “Até abril tem de ter 20% da obra construída, para não haver impedimento da liberação do restante dos recursos”, explicou.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".