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Minimalista

9 JUL 10 - 20h:30
Não se pode acusar o pequeno Smart Fortwo de ser esbanjador. Seja em espaço, interno e externo, seja em desempenho. Mas, no caso, da versão mhd, a economia é levada às últimas consequências. O sistema start-stop aproveita cada breve parada para poupar algumas gotas de gasolina. O liga-desliga, no começo, chega a incomodar. E sempre fica uma pequena expectativa em relação à rapidez com que o subcompacto pode retomar a marcha após uma pequena parada. A sensação é que o Smart anda aos saltos – impressão agravada pelo famigerado câmbio mecânico automatizado.
Um outro ponto negativo do start-stop é que, durante uma parada, o compressor do ar-condicionado também para de funcionar – coisa que não acontece na S400h. Em dias quentes e em sinais demorados, como os das cidades brasileiras, a tendência é o conforto no interno se esvair rapidamente. A vantagem é que o sistema start-stop pode ser desligado facilmente, ao simples apertar de um botão. A desvantagem é que sobra um carro de suspensão dura, pouquíssimo confortável, barulhento, pouco potente e com câmbio soluçante. Limitações que nem o desenho charmoso nem a praticidade do tamanho do Smart compensam.
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