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Militares apreendem carregamento de confecções em Corumbá

Militares apreendem carregamento de confecções em Corumbá
28/03/2010 01:01 -


Um carregamento de toalhas e agasalhos, que entrou ilegalmente no Brasil por intermédio da fronteira Corumbá/ Bolívia, foi apreendido na noite de sexta-feira pela Polícia Militar. A apreensão ocorreu por volta das 21 h, na BR-262. De acordo com a PM em Corumbá, as confecções estavam sendo transportadas em uma Van com placas de Guarulhos (SP), ocupada por seis pessoas, entre elas duas mulheres. O veículo teve problemas na roda traseira e estava parado junto ao anel viário, onde os policiais perceberam que os passageiros jogavam vários fardos no meio do mato. Eles relataram que voltariam para pegar a mercadoria assim que o problema na Van fosse solucionado. Os policiais apreenderam 1.716 toalhas de banho, 256 conjuntos de agasalhos, 312 camisetas, blusas femininas, cobertores e calças jeans. Os ocupantes da Van, que se apresentaram como donos das mercadorias, disseram que fizeram compras na Bolívia, mas que não possuíam notas de importação. As mercadorias foram encaminhadas para a Receita Federal. Por outro lado, policiais do Departamento de Operações de Fronteira, em bloqueio na BR-267, região de Maracaju, abordaram o Ford Belina de placas HQU-4429, de Campo Grande, conduzido por D.B.S. Durante vistorias no veículo, foram localizadas diversas mercadorias de procedência estrangeira, entre elas 268 pacotes de cigarros de diversas marcas, 244 pacotes de erva-mate, três mil unidades de mídias virgens de DVDs e 48 ventiladores. Questionado sobre as mercadorias, J.R.N., passageiro, responsabilizouse por elas, informando tê-las adquirido em Pedro Juan Caballero/ Paraguai. (TG)
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".