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CORUMBÁ

Milho para sopa paraguaia está até 111% mais caro

Milho para sopa paraguaia está até 111% mais caro
09/04/2011 11:00 - DA REDAÇÃO


Ingrediente insubstituível da sopa paraguaia, prato tipicamente pantaneiro muito consumido durante a Semana Santa, o preço do fubá saboró apresenta diferença de 111,86% nos mercados de Corumbá, conforme apontou pesquisa realizada pela Gerência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), órgão ligada à Prefeitura Municipal. O preço mais barato encontrado foi de R$ 1,18, enquanto o mais caro chegou a R$ 2,50. Já o quilo do pacu de cativeiro também teve variação acima dos 67%, podendo ser encontrado por R$ 8,95 ou até por R$ 15.

Ao todo, o Procon pesquisou 48 itens cujo consumo aumenta significativamente durante o período de Páscoa. Entre eles, peixes típicos do Pantanal (pacu e pintado), sardinha, camarão, salmão, bacalhau, frango inteiro, queijo, leite, fubá, azeite, atum e sardinha em lata. Também foram analisados os preços dos ovos de chocolate das três marcas mais comuns na cidade. Para estes produtos, a diferença chegou a 110,42% entre um mercado e outro.

O advogado Alexandre Carmo Taques Vasconcelos, gerente do órgão, orientou os consumidores que é sempre mais vantajoso fazer as compras antecipadamente. "Muitos produtos, como os peixes, têm um aumento significativo no preço quanto mais próximo está a Sexta-feira Santa", observou. Outra medida sugerida pelo gerente é o cuidado que os pais devem tomar com os ovos de Páscoa que trazem brinquedos como brinde. "Estes devem conter o selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) de acordo com a faixa etária das crianças", lembrou.

O levantamento de preços é uma orientação do prefeito Ruiter Cunha de Oliveira (PT) e tem o objetivo monitorar os valores praticados pelos comerciantes locais e fornecer subsídios para que o consumidor saiba onde estão os produtos mais baratos. "Esta é a terceira pesquisa que realizamos. Ela estimula a concorrência entre as lojas e supermercados", completou Alexandre.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?