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CIDADES

Menores tentam fugir da antiga colônia

Menores tentam fugir da antiga colônia
08/08/2010 18:06 -


bruno grubertt

Menos de uma semana depois de terem sido transferidos da Unidade Educacional de Internação (Unei) Dom Bosco, na região da saída para Três Lagoas, para as instalações da antiga Colônia Penal Agrícola, na saída para Aquidauana, em Campo Grande, quatro adolescentes tentaram fugir do local na madrugada de ontem.
A fuga foi frustrada por policiais que faziam a ronda fora da unidade. Eles avistaram os menores infratores e os assustaram com um tiro de alerta, disparado para cima. Essa foi a primeira alteração registrada desde a transferência dos adolescentes para a nova unidade.
Para fugir, os quatro adolescentes teriam serrado as grades de uma das celas, porém, na revista feita logo após o incidente, nenhuma ferramenta foi encontrada nos alojamentos ou em outra dependência da antiga colônia. Por causa da ação, eles foram isolados dos outros menores e estão em um local chamado de alojamento disciplinar.
Os fugitivos têm entre 16 e 18 anos e cumprem as chamadas medidas socioeducativas (penas) por terem cometido crimes como roubo, furto e até homicídio.

Interdição
No dia 20 de julho, o juiz da Vara da Infância e da Juventude de Campo Grande, Danilo Burin, determinou a interdição da Unei Dom Bosco, onde os adolescentes estavam, e a transferência de todos os internos - mais de 60 - num prazo de dez dias, até que a unidade seja reformada.
Na ocasião, o magistrado classificou a unidade como “podridão” e afirmou que as instalações não ofereciam condições mínimas de habitabilidade. Então, a superintendência de medidas socioeducativas da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), resolveu transferir os 61 meninos para o prédio da antiga Colônia Penal Agrícola, o que aconteceu na última segunda-feira (2). Os presos do regime semiaberto que cumpriam pena na CPA da saída para Aquidauana hoje se encontram na Colônia da Gameleira, na região da saída para Sidrolândia.

Felpuda


As pré-candidaturas bizarras estão se espalhando nas redes sociais, nos perfis de quem acredita que esse tipo de “campanha eleitoral” poderá resultar em votos e até levar à conquista de uma vaga na Câmara Municipal de Campo Grande. Se antes isso era visto apenas no horário eleitoral na TV, agora está se espalhado como erva daninha nas redes. Como diria vovó: “Esse povo ainda se acha!” Afe!