Menina de 16 anos escreve desde os 5 e tem dois livros publicados

Menina de 16 anos escreve desde os 5 e tem dois livros publicados
02/09/2012 22:00 - Terra


"Geralmente, eu sei o começo, o final e um pouco do meio". É com essa determinação na cabeça que Laura Elizia Haubert começa a escrever, deixando que novos detalhes surjam para criar personagens e cenas de aventura. A autora, que assina os livros como L. E. Haubert, completou 16 anos no final do mês de julho e escreve contos desde os cinco.

Laura lançou seu primeiro livro em abril em um shopping na cidade em que mora, Rondonópolis, no Mato Grosso. Segundo a editora Novo Século, dos 1,5 mil exemplares da primeira tiragem, 70% já foram vendidos. Calisto é a primeira parte da Trilogia da Meia Noite e conta a história de três personagens: o herói, Draco; a elfa, Kali; e o cavaleiro de dragões, Lucas. Eles encontram insígnias mágicas que, quando usadas separadamente, já são destruidoras, mas juntas se tornam invencíveis. A busca pelas cinco insígnias, na tentativa de mantê-las, perpassa toda a trilogia.

O segundo livro da saga chama-se Sohuem e foi lançado na Bienal do Livro de São Paulo, em agosto. "Foi um convite da editora para que eu pudesse me relacionar com os leitores, com os escritores. Foi mágico", conta a menina. A terceira obra já está escrita e passa agora pela revisão. Laura já planeja uma nova série composta por dois livros. Enquanto ela escreve, ninguém pode ler: "É segredo de estado", fala, entre risos. A escritora nascida no final dos anos 90 não gosta de escrever no computador, diz que a ideia flui melhor quando cria à mão.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".