EDUCAÇÃO

MEC vai gastar R$ 17 mi extras se usar Enem no ensino médio

MEC vai gastar R$ 17 mi extras se usar Enem no ensino médio
26/08/2012 00:00 - terra


A substituição da Prova Brasil pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para calcular o Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb), como planeja o ministro da Educação Aloizio Mercadante, pode custar pelo menos mais R$ 17 milhões por ano. Segundo o plano, a primeira mudança a ser feita é tornar o Enem obrigatório, incluindo entre os avaliados mais 300 mil concluintes do ensino médio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A conta, feita com base no custo por aluno da prova deste ano, pode ser maior se o Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas Educacionais (Inep) concluir que será necessário também ampliar a estrutura de aplicação da prova. Os R$ 17 milhões a mais, avaliam integrantes da pasta, não são considerados um grande problema. Há outros, mais complicados, que podem até mesmo impedir que a proposta de Mercadante se torne realidade. Este ano, com o Enem sendo realizado em mais de 1,6 mil municípios, o custo foi de aproximadamente R$ 57 por candidato. A perspectiva do Ministério da Educação é trabalhar com o mesmo valor.
 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".