CONVOCADO

Marcelo marca e Real faz sete no Málaga

Marcelo marca e Real faz sete no Málaga
04/03/2011 06:46 - Gazeta Esportiva


A quinta-feira foi especial para o lateral esquerdo Marcelo. Convocado para servir a seleção brasileira no amistoso contra a Escócia, o jogador anotou um dos gols na fácil vitória do Real Madrid sobre o Málaga, por 7 a 0, em jogo do Campeonato Espanhol, no Estádio Santiago Bernabéu.

Balançaram a rede ainda Benzema (duas vezes), Di María e Cristiano Ronaldo (três vezes). O resultado leva a equipe da capital a 64 pontos, na vice-liderança e sete pontos abaixo do ponteiro Barcelona. O próximo compromisso será neste domingo, contra o Racing, em Santander.

Quem tirou o zero do placar foi Benzema, aos 26 minutos. O atacante aproveitou falta cobrada por Xabi Alonso pela meia direita e desviou na pequena área. Nove minutos depois, Di María foi acionado por trás da marcação, invadiu a área, tocou na saída do goleiro e ampliou.

O gol de Marcelo foi o terceiro do Real e saiu antes aos 44 minutos. Da intermediária, Di María descolou um cruzamento no bico esquerdo da pequena área e encontrou o lateral brasileiro, que pegou de primeira, com a perna esquerda, e chutou cruzado para vazar o goleiro.

Os demais gols saíram no segundo tempo, com Benzema e Cristiano Ronaldo. O português balançou a rede três vezes, aos cinco, aos 22 e aos 31 minutos, e o francês foi o responsável pelo quinto gol do time, anotado com 16 minutos de bola rolando na etapa complementar.

Depois do seu terceiro gol, o sétimo do Real, Cristiano Ronaldo sentiu dores e pediu para ser substituído. Como já havia feito as três alterações, o técnico José Mourinho permitiu que o português deixasse o gramado direto para o vestiário, e o Real terminou com dez atletas.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".