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Campo Grande - MS, sexta, 19 de outubro de 2018

Maratona dos feridos para buscar auxílio acidentário

29 MAR 2010Por 11h:14
Um acidente de trânsito também provocou mudanças na rotina de Joni Felipe. A motocicleta que pilotova bateu em outra às 11 horas do último dia 7, num cruzamento no Bairro Nova Lima. Fraturou a rótula e teve de ficar três dias internado na Santa Casa. Andando de muletas, Joni que ano passado foi morar sozinho, teve que voltar para a casa dos pais. “Voltei a ser babá dele. Fiquei com ele no hospital e agora tenho que levá-lo para fazer curativo na Santa Casa ”, explica a mãe de Joni, Abadia Vieira. Como a família não tem carro, os gastos com táxi têm sido grande. A preocupação de Joni é que está desempregado e teme não ter direito ao auxílio acidentário do INSS. Quem também sofre as consequências de um acidente de trânsito é Aparecido Silva. Por causa de um acidente de moto em 2003, teve suaperna esquerda esmagada. Desde 2008 espera por uma cirurgia que pode lhe devolver a capacidadade de andar sem precisar de muletas.
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