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ECONOMIA

Mantega descarta risco de bolha no Brasil

Mantega descarta risco de bolha no Brasil
23/04/2010 07:22 -


Brasília

O ministro Guido Mantega (Fazenda) negou ontem em Nova York que exista risco de uma bolha de ativos no país e que a maior economia da América Latina tenha superaquecido, e sinalizou que, caso fosse assim, tomaria medidas adequadas.
A declaração ocorre dias depois de o FMI (Fundo Monetário Internacional) apontar em um relatório que a economia brasileira crescerá 5,5% em 2010, sendo um dos poucos países que já devem se preocupar com superaquecimento econômico.
“Na medida em que as disparidades de produção estão se estreitando, e as pressões inflacionárias estão evoluindo em diferentes velocidades, algumas economias com regimes de meta de inflação (Brasil) parecem mais perto de um ponto de virada do que outras (Colômbia, México)”, disseram os economistas do FMI no relatório “World Economic Outlook” (Panorama Econômico Mundial), divulgado ontem.
Ontem, foi a vez de a Moody’s ter apontado preocupação com o ritmo da economia brasileira. Segundo a agência de classificação de risco, o Banco Central deve elevar a taxa básica de juros já na próxima reunião, na semana que vem, para evitar que o superaquecimento leve a uma alta na inflação para acima da meta deste ano.
Sobre esse risco, o ministro sustentou ainda que a inflação brasileira se encontra sob controle e que este ano ficará entre 4,5% e 5,5%. A meta de inflação para 2010 é de 4,5%, com uma margem de tolerância de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Sobre os desequilíbrios cambiais globais, Mantega afirmou que não é bom que o real aumente frente ao dólar e ao yuan.

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.