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VIDA URBANA

Malabaristas de semáforo faturam até R$ 80 por dia

Malabaristas de semáforo faturam até R$ 80 por dia
03/02/2014 00:00 -


Nos poucos minutos de espera entre a luz do semáforo trocar de vermelho para verde é quase impossível ter tempo de perguntar para alguns dos muitos artistas de rua, que vivem dos trocados recebidos nos semáforos de Campo Grande, de onde eles vierem, o que querem, e para onde eles vão. Circulando pelos principais cruzamentos da Capital, foi justamente esta pergunta que fizemos a estas pessoas, e constatamos que a grande maioria é de estrangeiros, de países da América do Sul, que vêm ao Brasil em busca de oportunidades ou mesmo para mostrar um pouco de seu talento às pessoas. Por dia, cada malabarista fatura em média R$ 80. A reportagem está na edição de hoje (03) do jornal Correio do Estado.

“Queremos conhecer novas culturas, novos povos, novas pessoas. E não só conhecer, mas levar a nossa arte também”, respondem os artistas de rua Joana Urqultart e Brian Cortez, sobre os motivos que os trouxeram até aqui.

Brian é colombiano e desde muito cedo trabalha nas ruas apresentando sua arte. Com 15 anos, para fugir da violência de seu país e respirar novos ares, decidiu cair no mundo e conhecer a América Latina. Numa dessas viagens, passou pela Argentina e encontrou Joana, então com 18 anos e com muita vontade de sair viajando pelo continente após ouvir histórias de amigos que se propuseram percorrer as estradas mundo afora. Não pensou duas vezes e começou a viajar com Brian. A reportagem é de Daniel Campos.

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...