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Mais aplaudido da turma, Guga entra para o Hall e ganha coração na quadra

Mais aplaudido da turma, Guga entra para o Hall e ganha coração na quadra
14/07/2012 20:00 - g1


O Hall da Fama Internacional do Tênis deixou o melhor da festa para o fim. Último a ser imortalizado na cerimônia deste sábado, em Newport (EUA), Gustavo Kuerten foi chamado ao palco quando o presidente do Hall, Chris Clouser, quebrou o protocolo e iniciou gritos de "Gugaaa, Gugaaa".

Dona Alice fez o discurso de apresentação e, quando o ex-número 1 se levantou, já deixava as lágrimas escorrerem. Mais aplaudido entre a Turma de 2012, o brasileiro discursou no improviso, enquanto boleiros colocavam um coração na quadra central, e deixou o recado: "espero que minha contribuição para o tênis não pare aqui".

Ao fim da cerimônia, na tradicional volta olímpica dos novos integrantes do Hall da Fama, Guga foi o único a parar para dar autógrafos. O catarinense também colocou no ombro uma bandeira do Brasil e a carregou orgulhosamente até deixar o local.

Guga e sua mãe passaram uma mensagem de fé e otimismo. Enquanto dona Alice disse, no palco, que o filho teve sucesso porque acreditou em si mesmo e lutou até o último minuto de cada jogo, o tricampeão de Roland Garros lembrou das coisas boas que o tênis lhe deu e ressaltou que há um lado favorável para os momentos ruins. Ganhou aplausos, fez piada do seu inglês e provocou risadas da plateia em diversos momentos.

Até este sábado, o único nome brasileiro no Hall da Fama era o de Maria Esther Bueno. A paulista, campeã de sete Grand Slams em simples, 11 em duplas e um em duplas mistas, faz parte da Turma de 1978. Os outros integrantes da Turma de 2012, a mesma de Guga, também fizeram história na modalidade. Capriati foi campeã olímpica em Barcelona-1992 e dona de três títulos de Grand Slam, enquanto Orantes venceu o US Open de 1975 ao derrotar Guillermo Vilas, Ilie Nastase e Jimmy Connors. Na semifinal, contra Vilas, o espanhol era superado por 2 sets a 1 e perdia o quarto set por 5/0 e 40/15.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".