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Campo Grande - MS, quinta, 18 de outubro de 2018

Maioria dos locais está adequada para a Lei Antifumo

9 SET 2010Por 21h:10
anahi zurutuza

Apesar de a fiscalização da Lei Antifumo, em Campo Grande, não ser rigorosa, como admitem autoridades responsáveis pelo trabalho, a população, os donos de estabelecimentos comerciais e administradores de espaços públicos acreditam que regra deve “pegar” por iniciativa da própria sociedade. A Lei Complementar 150/2009 que proíbe “o consumo de produtos fumígenos, derivados ou não do tabaco, em recintos de uso coletivo (fechados ou parcialmente fechados), públicos ou privados, no município de Campo Grande”, passou a vigorar em junho deste ano, mas somente ontem a fiscalização teve início.
Embora ainda não tenha recebido a Vigilância Sanitária, órgão responsável por averiguar se os dispositivos da Lei Antifumo estão sendo seguidos, o superintendente regional da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Autemar Lopes de Souza, afirma que no Aeroporto Internacional de Campo Grande – por onde passam, em média, 2,7 mil pessoas por dia –  já é proibido fumar inclusive na cobertura externa. “Colocamos adesivos de ‘Proibido Fumar’ em todos os pilares da parte externa e retiramos os cinzeiros. Os funcionários também já estão orientados a informar os mais desatentos sobre a proibição”.
Também os proprietários de dois bares de Campo Grande afirmam que clientes já tomaram consciência e não reclamam de ter de se deslocar até a calçada para fumar. “O fumante já se sente marginalizado e não é comum reclamar das regras impostas para o consumo de cigarros. Pelo menos, as pessoas que frequentam o meu estabelecimento já tinham o hábito de ir para fora para fumar”, afirma a dona do Tenda Bar e Restaurante, Marlete Manica. A gerência do Bar Mercearia tem a mesma opinião. “Desde maio estamos informando nossos clientes sobre as novas regras. Até agora, a aceitação foi boa”.
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