Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CIDADES

Mãe de criança que morreu após agressões mentiu à polícia

Mãe de criança que morreu após agressões mentiu à polícia
04/03/2010 05:45 -


Renata Dutra de Oliveira, mãe da menina Rafaela Dutra de Oliveira, de 3 anos, que morreu vítima de maus-tratos no último final de semana, mentiu durante os depoimentos prestados à Polícia Civil. De acordo com a delegada Regina Márcia Rodrigues de Brito Mota, titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), três testemunhas ouvidas ontem desmentiram a versão de Renata Dutra, 22 anos, que disse ter prestado atendimento médico à criança na data da primeira agressão – dia 10 de fevereiro. Ela e o marido, Handerson Cândido Ferreira, 25 anos, são acusados de espancar a criança até a morte. Segundo a delegada, o resultado do exame necroscópico no corpo da criança pode ajudar na elucidação do caso. “Com o resultado vamos verificar o horário da morte da criança e, então, poderemos saber onde a mãe estava no momento da agressão”, afirmou a delegada, que acredita ser o padrasto o autor das agressões. Renata está no Presídio Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande, onde ocupa cela individual. Ela foi ameaçada de morte por outras detentas, o que justificou o isolamento. O marido dela e padrasto da criança, Handerson Ferreira, está preso na Delegacia Especializada em Roubos e Furtos, de onde deve ser transferido em breve para o Presídio de Trânsito. Segundo informou a delegada, as conselheiras tutelares que atenderam a criança na primeira agressão não serão responsabilizadas pela morte. Depois do primeiro atendimento havia suspeita de que elas pudessem ter sido negligentes ao não proteger a criança do convívio com a mãe e o padrasto.

Felpuda


Paixão política que extrapola o bom senso, chega nas redes sociais e se transforma em baixaria pode resultar em prejuízo no bolso. Isso foi o que aconteceu com autor de texto nada elogioso contra colega por diferenças em apoio a candidatos nas eleições de 2016. O dito-cujo foi condenado a pagar indenização de R$ 7 mil, com correção monetária e juros mensais a partir da publicação da sentença, além dos honorários advocatícios. Detalhe: os adversários daquela época hoje andam de braços dados. Pode?