segunda, 23 de julho de 2018

Má conservação em todos os cantos da cidade

17 JAN 2011Por 00h:00

Tomada por postes de energia elétrica, árvores e até mesmo arbustos com flores, uma calçada situada na Rua Piratininga, entre as ruas Sergipe e Ceará, praticamente desapareceu na região do Jardim dos Estados. No local, o muro de uma residência avança sobre a calçada, reduzindo o passeio público, situação que fere as normas de acessibilidade.

Outro exemplo de calçada em más condições de conservação pode ser encontrado próximo à Escola Estadual Professora Maria Constança de Barros Machado, na Rua Marechal Rondon, Bairro Amambaí. Construída em pedra portuguesa, a calçada que dá acesso ao estabelecimento de ensino está esburacada em diversos pontos, impedindo a livre circulação de pessoas que têm mobilidade reduzida, como idosos, mães com carrinhos de bebê e cadeirantes.

Denúncia
O servidor público Adriano Benitez, 32, entrou em contato via telefone com o Jornal Correio do Estado para alertar sobre os riscos de calçadas que estão tomadas pelo mato e impedem a passagem de pedestre. Um exemplo, citado pelo leitor, está na Rua Antônio Maria Coelho, aos fundos do Parque das Nações Indígenas, bem ao lado da sede da Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul (Cassems). No local existe um ponto de ônibus onde as pessoas têm que aguardar o transporte coletivo em meio ao mato e os pedestres desviam o caminho transitando pela rua. "Os motoristas costumam trafegar em alta velocidade e os pedestres ficam em constante risco", alertou Adriano. (Colaborou Karine Cortez)

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