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Lula oferece abrigo a iraniana condenada

1 AGO 10 - 21h:28
Brasília

O presidente Luiz Inácio da Silva fez um apelo ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, pela vida de Sakineh Mohammadi Ashtiani, uma iraniana de 43 anos, mãe de dois filhos, condenada à morte por apedrejamento por supostamente cometer adultério com dois homens.
Lula fez a ressalva de que é preciso respeitar a soberania e as leis do país, mas disse que “nada justifica um Estado tirar a vida de alguém”. O presidente brasileiro citou a “amizade” entre os dois líderes. “Se essa mulher está causando incômodo, nós a receberíamos no Brasil de bom grado”, propôs o presidente.
“A traição lá tem um tipo de pena é enterrar a mulher viva e deixar a cabeça para fora para o povo jogar pedra”, relatou Lula.
Presa desde 2006, Sakineh foi condenada a 99 chibatadas por adultério. Tempos depois, a reabertura do processo decidiu por sua execução. De acordo com a lei islâmica, a sharia, crimes como assassinato, estupro, tráfico de drogas, assalto à mão armada e adultério são passíveis de serem punidos com o apedrejamento.
O caso provocou uma repercussão internacional e o Governo iraniano anunciou uma revisão da pena, sem deixar claro se o apedrejamento estaria suspenso.
Na quarta-feira, Lula disse que não intercederia pela iraniana e justificou que as leis dos países precisam ser respeitadas para não virar “avacalhação”.
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