BRASIL/MUNDO

Lula defende perdão da dívida do Haiti

Lula defende perdão da dívida do Haiti
26/02/2010 06:53 -


Ao desembarcar ontem na capital do Haiti, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Mundial (Bird) para que perdoem a dívida de US$ 1,3 bilhão que o país tem com esses organismos financeiros internacionais. O apelo, disse Lula, é extensivo a “todos os credores” que podem ajudar o Haiti. O presidente René Préval, depois de fazer um relato sobre a situação do país, resumiu assim o momento: “É preciso refundar o Haiti”. “O perdão da dívida não vai resolver as necessidades do Haiti, mas vai permitir que o país esteja credenciado a começar a estabelecer novas linhas de crédito junto ao sistema financeiro internacional”, disse o presidente brasileiro ao pedir a anistia das dívidas junto ao FMI e ao Bird. Dos US$ 300 milhões que a Unasul se comprometeu a doar ao Haiti, Lula disse ontem que o Brasil vai doar US$ 100 milhões. Além de sobrevoar as áreas destruídas pelo terremoto de 12 de janeiro, Lula percorreu a pé os escombros da capital destruída, sempre ao lado do presidente haitiano, René Préval. O terremoto matou pelo menos 200 mil pessoas, segundo números do governo local. “É importante que a gente, neste momento, fortaleça o governo do Haiti. É através do governo que temos de fazer política de solidariedade”, afirmou Lula. Segundo relato do presidente, Préval disse que, no momento, o mais importante é “recolher os escombros do terremoto, de preferência pelas vilas, e fazer acampamento nos locais”.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".