NEGOCIAÇÃO

Luis Álvaro se afasta do caso Ganso

Luis Álvaro se afasta do caso Ganso
29/08/2012 00:00 - TERRA


Depois da guerra de declarações com Paulo Henrique Ganso, o presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, se afastou das negociações envolvendo a possível venda do armador. O caso ficará nas mãos de dois membros do Comitê de Gestão do clube, ambos especialistas no ramo das finanças.

Eduardo Vassimon, ex-vice-presidente e atual conselheiro do Banco Itaú, e Alvaro de Souza, ex-presidente do Citibank no Brasil, são os responsáveis por analisar as eventuais propostas pelos 45% dos direitos do atleta que pertencem ao Santos.

A escolha de executivos experientes serve como "recado" para os interessados no jogador. Luis Alvaro quer mostrar a eles que o clube não será "ludibriado" e reitera que só o libera pelo valor integral da multa rescisória (R$ 53 milhões, dos quais R$ 29,2 milhões seriam repassados à DIS, dona de 55% dos direitos).

Propostas com valor muito inferior, como a apresentada pelo São Paulo (cerca de R$ 11 milhões pela parte do Santos), serão filtradas e nem chegarão aos ouvidos do presidente.
Esta não é a primeira vez que o mandatário se afasta da "novela" envolvendo a saída do camisa 10. Em julho, ele já havia adotado posição parecida.

Luis Alvaro perdeu a paciência após ouvir Ganso dizer que "seria um prazer" jogar no São Paulo. No último sábado, antes do duelo contra o Palmeiras, o mandatário disse que esta não foi a primeira declaração polêmica às vésperas de jogos importantes e que está de "saco cheio". Ganso respondeu dizendo que está sendo jogado contra a torcida.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".