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DECORAÇÃO

Laranja, cor da alegria sem euforia, estimula a criatividade

Laranja, cor da alegria sem euforia, estimula a criatividade
24/08/2012 00:00 - terra


O laranja quebra a seriedade, mas com responsabilidade. Quem explica é a arquiteta Aclaene de Mello, de Porto Alegre. “É um tom que não é alegre e ansioso, como o amarelo, nem alegre e agitado, como o vermelho; o laranja passa alegria, mas sem euforia” Até por isso, como diz Gregório Bastos Alencar, coordenador de produtos das Tintas Eucatex, é ideal para quem quer estimular a criatividade.

O laranja vai muito bem em ambientes sociais, como salas de estar. Aclaene, que mora em um dos estados com temperaturas mais baixas do país, diz que usa a cor exatamente para aquecer o cômodo. “O frio deixa as pessoas encolhidas, sem vitalidade, e o laranja quebra isso.” É possível até agradar aos clássicos e aos descolados usando tons alaranjados. “O ambiente sóbrio pode ser apenas pincelado com a cor; já os mais modernos ganham peças grandes alaranjadas, como um sofá, que chamam uma decoração mais despojada.”

Há, no entanto, uma importante restrição ao laranja em salas de jantar. “Ele estimula a fome, e não deve ser usado em excesso; parede laranja, então, nem pensar”, diz Aclaene. Alencar vai ainda mais longe ao recomendar que pessoas em dieta evitem totalmente a cor. Além disso, a arquiteta afirma não gostar da cor em lavabos, pois esses ambientes não costumam ter janela. “Esta cor pede um pouco de luminosidade natural para ficar bem.”

Na hora de combinar, Alencar recomenda tons de 'terra', como ocres ou marrons. Aclaene, por sua vez, acrescenta o marfim entre as misturas possíveis, e afirma que peças de madeira ou couro harmonizam com tons alaranjados. Já amarelo, vermelho e outras cores fortes podem tornar o ambiente cansativo se combinados com o laranja.

Felpuda


Alguns políticos estão se aproveitando deste momento preocupante de pandemia para sugerir projetos oportunistas que, em alguns casos, são de resultados extremamente duvidosos. O mais interessante – para não dizer outra coisa – é que se for analisado o desempenho normal dessas figuras, verifica-se que essa preocupação toda nunca esteve no topo das suas prioridades. Ano eleitoral é assim mesmo. Lamentável!