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Lady Di teria dado números da família real para tabloide

Lady Di teria dado números da família real para tabloide
14/03/2014 02:00 - JORNAL DO BRASIL


Em 1992, a princesa Diana teria passado uma lista com números de telefone da família real britânica para o tabloide News of the World, que pertencia ao magnata australiano Rupert Murdoch. A afirmação foi feita por Clive Goodman, ex-correspondente do veículo na monarquia, durante uma audiência do julgamento de oito pessoas pelo escândalo de espionagem de personalidades e políticos por parte do periódico.

Goodman, que é um dos réus, disse que recebeu a relação após Lady Di ter solicitado um encontro com ele. Segundo o jornalista, a princesa estava em busca de um "aliado" no mundo da imprensa. "Naquele tempo, ela vivia uma situação muito tensa com o príncipe de Gales [Charles] e se sentia sufocada pelas pessoas ao seu redor", declarou.

A atitude de Diana teria sido uma forma de atingir seu então marido, do qual se separou naquele mesmo ano. O julgamento do caso começou no final de outubro do ano passado e os acusados respondem por interceptações telefônicas ilegais e corrupção de funcionários públicos. Os principais imputados são Rebekah Brooks, ex-CEO da News International, braço de mídia do conglomerado de Murdoch, e Andy Coulson, ex-editor do News of the World.

O jornal teria espionado ligações de famosos, políticos, parentes de militares e até membros da família real para obter informações exclusivas. O caso levou ao fechamento da publicação, que era bastante popular na Inglaterra.

O resultado do processo pode ter ainda alguma repercussão política, já que Brooks e Coulson mantiveram estreitas relações de amizade e trabalho com o premier britânico, David Cameron, o que lhe causou bastante constrangimento.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!