ASSALTO

Ladrões fazem casal refém e levam joias

Ladrões fazem casal refém e levam joias
30/06/2010 07:26 -


NADYENKA CASTRO

Dois bandidos fizeram refém, por cerca de uma hora, uma comerciante de 40 anos e o marido dela, um empresário de 31 anos. O fato se deu no início da noite de segunda-feira e os marginais roubaram joias, dinheiro, celulares e documentos pessoais. O casal estava em frente à residência, na Avenida Tiradentes, Bairro Taveirópolis, em Campo Grande, quando foi abordado por dois homens, cada um deles com uma arma de fogo.

Os ladrões obrigaram as vítimas a entrar na residência e pediam dinheiro. “Eles ficavam ameaçando, pediam por cofre, queriam dinheiro”, conta a comerciante. “Fui mostrando tudo o que tinha, mas eles não acreditavam na gente”, relata a vítima, que chegou a mostrar aos assaltantes boletos de contas a pagar, inclusive de financiamento de veículo. Segundo a comerciante, os bandidos comentaram que o casal tinha muitos débitos. “Somos pessoas trabalhadoras. A gente vive, trabalha e paga conta”.

Mesmo com o casal mostrando onde havia objetos de valor e que não tinha dinheiro no imóvel, os bandidos insistiam na existência de um cofre e ficaram na casa por cerca de uma hora. Eles chegaram a dar coronhadas no empresário e fugiram levando 10 peças de joias, avaliadas em R$ 15 mil, cinco aparelhos de celular e R$ 2 mil.

De acordo com uma das vítimas, os ladrões contaram que estavam vigiando a residência havia algum tempo e que iriam praticar outros roubos ainda naquela noite. Para ela, os dois assaltantes que entraram na casa agiram com o apoio de mais três comparsas, pelo menos, que ficaram do lado de fora do imóvel. Nenhum suspeito foi preso.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".