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Justiça concede liberdade ao cabo Bruno, condenado a 120 anos de prisão

Justiça concede liberdade ao cabo Bruno, condenado a 120 anos de prisão
23/08/2012 10:43 - G1


A Justiça de Taubaté concedeu na tarde de quarta-feira (22) o indulto para Florisvaldo de Oliveira, conhecido como Cabo Bruno. Condenado a 120 anos de prisão, ele cumpriu 27 anos e deverá deixar a Penitenciária 2 de Tremembé, conhecida como P2, ainda nesta quinta-feira (2). Segundo o Tribunal de Justiça, foi concedido indulto pleno do restante da pena. Assim, o Oliveira não terá mais débitos pendentes com a Justiça.

Ex-policial militar de São Paulo, cabo Bruno é acusado de chefiar um esquadrão da morte que atuava na periferia da capital paulista na década de 1980. Ele foi acusado de mais de 50 assassinatos e está detido em Tremembé desde 2002, onde atuava como pastor.

Em 2009, o advogado de defesa pediu a progressão da pena - do regime fechado para o semiaberto. Os exames criminológicos apontaram bom comportamento do preso.
No último dia 14, o promotor Paulo José de Palma, responsável pelo processo do cabo Bruno, encaminhou um parecer favorável ao indulto para a decisão final da Vara Criminal.

Junto com o parecer do promotor, baseado em lei que prevê a liberdade definitiva para presos com bom comportamento e com mais de 20 anos de prisão cumpridos, estão documentos com elogios de funcionários e da própria direção da P2 quanto à conduta de Florisvaldo na unidade.

Em agosto, na saída temporária dos presos no Dia dos Pais, o cabo deixou a penitenciária pela primeira vez. A saída foi comemorada por amigos no site de relacionamento da mulher dele: uma cantora evangélica que se casou com Florisvaldo dentro da penitenciária.

Felpuda


Vereador de Campo Grande fez pronunciamento com forte teor preconceituoso que obviamente não agradou, principalmente as mulheres. A repercussão negativa foi grande e ele teve de ler cobras e lagartos em seu perfil nas redes sociais. Assim, correu para publicar nota de esclarecimento tentando colocar panos quentes e se comprometendo a, já na próxima sessão, solicitar a retirada de sua fala dos chamados “anais da Casa”. Também, pudera!