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AMAZONAS

Justiça adia audiência sobre o assassinato da radialista Lana Micol

Justiça adia audiência sobre o assassinato da radialista Lana Micol
12/03/2014 02:00 - AGÊNCIA BRASIL


O Fórum de Tabatinga, no Amazonas, adiou para 26 de março a primeira audiência de instrução sobre o assassinato da radialista Lana Micol Cirino Fonseca, que era coordenadora da Rádio Nacional do Alto Solimões, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Inicialmente, a audiência estava marcada para ontem (11), mas, segundo fontes da Justiça, a oitiva teve de ser adiada porque a juíza responsável não está na cidade. Os motivos da ausência não foram informados.

A audiência de instrução serve para ouvir as testemunhas e o depoimento pessoal das partes. Na prática, é o momento em que os envolvidos podem produzir as provas orais no processo. Na audiência, serão colhidos os depoimentos das testemunhas e do réu.

O crime ocorreu em maio do ano passado. Lana estava com o então namorado, o sargento Alan Bonfim, e um dos filhos na frente de casa quando dois homens chegaram em uma moto e dispararam três vezes contra ela. Até o momento, não foram encontrados os autores dos disparos e nem o mandante do crime. Segundo as investigações, o ex-marido da radialista, Edimar Nogueira Ribeiro, é o principal suspeito.

Edimar chegou a ficar preso por 90 dias, mas foi liberado e aguarda o julgamento em liberdade. Em agosto de 2012, a radialista chegou a registrar um boletim de ocorrência na delegacia especializada informando que recebia ameaças de morte do ex-marido. Segundo testemunhas, ele não aceitava o fim do casamento.

Depois da audiência de instrução, a juíza Eline Paixão e Silva Gurgel do Amaral irá definir os rumos do processo: encaminhá-lo para o júri popular, adiar a sessão para novas averiguações/diligências ou até arquivar o processo por falta de provas.

Felpuda


As definições no que se relaciona aos nomes para a disputa eleitoral vêm ocorrendo aqui e acolá. Pré-candidato que sonha comandar cidade o interior poderá deixar de ver o seu sonho realizado. É que o dito-cujo terá de enfrentar as lembranças de rumoroso caso que se tornou escândalo depois da denúncia de uma servidora. Há quem garanta que é só a campanha começar para a história ser contada capítulo por capítulo. Afe!