BANCOS

Juros baixos valem mais na teoria que na prática; para ter acesso, há custo

Juros baixos valem mais na teoria que na prática; para ter acesso, há custo
11/09/2012 00:02 - ADRIANA MOLINA


Reynaldo Gianecchini e Camila Pitanga garantem que os juros estão muito menores, por conta dos pacotes lançados pelas instituições financeiras, em abril, e que já sofreram diversas reduções desde então. Na TV, até parece a oportunidade que faltava para aquele endividado resolver sua situação, trocando a dívida por uma bem mais barata ou, para os que têm um sonho de consumo, como casa ou carro, enfim realizá-lo. Mas, na prática, não é tão fácil e vantajoso assim.

Para se ter acesso a esses juros baixíssimos há um custo, literalmente. Apesar de não ser explícito na propaganda, todos os bancos são claros com os clientes que os procuram em busca do crédito – é preciso ter o que eles chamam de “um bom relacionamento”. Do contrário, pagam taxas maiores.

Esse relacionamento significa a quantidade de pacotes ou serviços contratados pelo cliente no banco – quanto mais você tiver, menos juros paga. Ele vai desde a aquisição uma conta corrente, compra de um seguro, previdência, cartão de crédito ou investimentos e aplicações. Ou seja, aquele barato, para alguém que ainda terá que criar o tal “relacionamento”, contratando esses produtos ou serviços, pode sair caro.
 

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Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".