JARDIM PLANALTO

Jovem é sequestrado na Capital e bandidos exigem R$ 10 mil

Jovem é sequestrado na Capital e bandidos exigem R$ 10 mil
03/07/2012 07:30 - VÂNYA SANTOS


Um jovem de 22 anos foi vítima de sequestro relâmpago, que teve início por volta das 20h de ontem. O rapaz chegava na casa de sua namorada, que fica na Rua General Câmara, Vila Planalto, em Campo Grande, quando foi abordado.

O rapaz estacionou o carro, um Honda City, momento em que dois bandidos se aproximaram e anunciaram: “perdeu, perdeu”. A dupla entrou no veículo e passou a exigiu R$ 10 mil. Enquanto procuravam uma agência bancária para sacar dinheiro, os autores agrediam a vítima.

No cruzamento da Rua Rui Barbosa com a Avenida Afonso Pena, os criminosos obrigaram o jovem a marcar a senha do seu cartão num aparelho celular. Enquanto isso, o marginal que estava conduzindo o carro desligou o Honda City e o que estava no banco traseiro tirou a arma da cabeça da vítima, ocasião em que ela aproveitou o fato de as portas estarem destravadas e fugiu, gritando para chamar atenção.

O segurança de uma farmácia acionou a Polícia Militar e equipe do 1º Batalhão localizou os envolvidos no Jardim Aeroporto. Na ocasião, eles trocavam um dos pneus do carro. Três deles foram presos no local, enquanto o comparsa que estava com a arma de fogo foi preso pela Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (Cigcoe) quando chegava em sua casa, no Bairro Nova Lima, de mototáxi.

De acordo com a polícia, o assalto foi praticado por um jovem de 19 e um menor de 17 anos. Já os comparsas se encontraram com os assaltantes posteriormente. Todos os envolvidos são usuários de drogas. 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".