Jovem cineasta da Capital lança curta-metragem saudosista

Jovem cineasta da Capital lança curta-metragem saudosista
05/08/2010 07:49 -


A produção de cinema em Mato Grosso do Sul ganha força com jovens cineastas que decidiram ir atrás de recursos para filmar os próprios projetos. O lançamento de “No tempo dos meus avós”, que acontece hoje, às 20h, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, é um exemplo disso. Dirigido por Cyro Clemente, que também assina o roteiro, o curta-metragem conta a história de Pedro, jovem que lembra de suas origens e traça um paralelo entre elas e o momento em que vive.
Depois de finalizar o roteiro, Cyro passou a procurar formas de viabilizar a filmagem e a finalização da obra. Com apoio do Fundo Municipal de Investimentos Culturais, ele montou a equipe e conseguiu produzir o trabalho. “Eu passei dois anos no Rio de Janeiro, estudando cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, mas sempre tive o intuito de retornar para Campo Grande e fazer filmes na minha terra, com gente daqui”, explica o cineasta.
“Nos tempos dos meus avós” tem 12 minutos de duração e é protagonizado por Rodrigo Scardini Coelho, que interpreta Pedro durante a infância, e Felipe Todesco, que interpreta o personagem em sua fase adulta. Em quatro anos de trabalho com cinema, esse é o primeiro filme no qual Cyro assina a direção. “Já trabalhei em muitas produções, mas é a primeira vez que comando a equipe”, conta.
A exibição acontece no Auditório Germano Barros de Souza. Segundo ele, houve dificuldade em se conseguir um projetor de alta definição que daria ao filme o aspecto necessário. “Nenhuma sala de cinema aqui em Campo Grande tinha esse equipamento, portanto, tivemos de alugá-lo e instalá-lo no auditório”. Esta será a primeira exibição do curta-metragem para o público. A entrada é gratuita. (TA)
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".