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Jornalistas debatem papel da imprensa como veículo de registro da história do país

Jornalistas debatem papel da imprensa como veículo de registro da história do país
28/07/2012 07:20 - AGÊNCIA BRASIL


O jornalismo como veículo fundamental para o registro dos processos sociais e da história de um país foi a tônica do Seminário Jornalismo e Memória, promovido pelo Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio e pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN).

Autor das biografias de Garrincha e Carmen Miranda, o jornalista Ruy Castro, inveterado apaixonado pelos arquivos dos veículos de imprensa, chamou a atenção para a necessidade de uma busca ativa nos acervos pessoais dos jornalistas, muitos deles riquíssimos, que tendem a se perder com o tempo. “Parece que as viúvas têm um grande prazer em jogar fora toda a papelada”, brincou o escritor, que completou dizendo que esses acervos podem preencher vazios importantes na história da imprensa brasileira e, por meio dela, do próprio registro da história nacional.

Outro participante do evento, o jornalista Sérgio Cabral, falou da peculiaridade de quem pesquisa a memória de um país, seja em que temática for. “Eu descobri, neste tipo de trabalho, que o ser mais solitário do mundo é o pesquisador. Aquele bando de pessoas, um não tinha nada a ver com o outro. Um estava pesquisando sobre memória da moeda, outro sobre política externa e eu, ali, pesquisando samba”, destacou Cabral, um dos fundadores do Pasquim e outro defensor da importância dos arquivos dos jornais no próprio funcionamento das redações, ao lembrar de suas próprias experiências pesquisando o acervo da FBN.

Felpuda


Nos bastidores poderosos, comentários são de que dois pretensos pré-candidatos estão deixando em polvorosa quem tinha quase certeza de que tudo estava em total “céu de brigadeiro”. Assim, enquanto ambos se movimentam aqui e acolá, o lado de lá está pensando no que fazer para evitar futuro confronto. Vale ressaltar que a dupla tem experiência que só no campo de guerra das eleições – e o desempenho não ficou a desejar.