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LIBERDADE À IMPRENSA

Jornais do país repercutem invasão ao Correio do Estado

Jornais do país repercutem invasão ao Correio do Estado
02/09/2012 00:02 - Roberta Cáceres


A imprensa nacional, jornais de outros Estados brasileiros e blogs repercutiram amplamente a invasão da Polícia Federal à sede do Correio do Estado para vasculhar os arquivos dos computadores e o parque gráfico atrás de pesquisa (que não existia), considerada tendenciosa sobre o desempenho dos candidatos a prefeito de Campo Grande. A ação policial foi feita por determinação da juíza Elisabeth Rosa Baisch, da 36ª Zona Eleitoral. As emissoras de rádio do governo federal, Radiobrás e a do Senado, condenaram em seus programas jornalísticos a invasão à sede do jornal depois do jornalista Ico Victório assinar duas notificações proibindo a divulgação da pesquisa inexistente. Ela só ficou pronta um dia depois à invasão ao prédio do jornal.

O jornal O Estado de S. Paulo publicou a informação a respeito da invasão das dependências do Correio do Estado. A Folha de S. Paulo ressaltou ontem, em matéria publicada no portal sobre a nota da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que condenou ação da Polícia Federal. “Na noite de quarta-feira (29), “invadiu” a redação e a gráfica do jornal Correio do Estado, em Campo Grande (MS), para impedir a distribuição da edição do dia seguinte, caso estivesse prevista a divulgação de uma pesquisa eleitoral”, informou.

O jornal de maior importância de Brasília (DF), Correio Braziliense também noticiou a citação do presidente da ABI, Maurício Azedo, em que considera a ação uma “violação grave de disposições constitucionais” e pediu, nas mensagens encaminhadas, que o ministro Cardozo e os membros do TRE-MS intervenham de forma a cessar “violências com precedentes apenas na ditadura militar”.

Confira a cobertura completa no jornal Correio do Estado

Felpuda


As conversas vêm acontecendo muito, mas muito reservadamente mesmo, e dão conta de que suplente poderá receber convocação, assumir a titularidade do cargo e por lá ficar por tempo indeterminado. Como é óbvio, tem gente jurando que nunca ouviu nem sequer falar sobre o assunto. O motivo não seria nada ligado a possíveis atos de irregularidades, mas sim por problemas de ordem pessoal.