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Jogo entre Naviraiense e Santos será no Morenão

Jogo entre Naviraiense e Santos será no Morenão
05/02/2010 02:49 -


O jogo entre Naviraiense e Santos pela Copa do Brasil está confirmado para o Morenão em Campo Grande, embora a diretoria do clube tivesse preferência por atuar em Dourados no Estádio Frédis Saldivar (Douradão). De acordo com a CBF, a partida irá ocorrer no próximo dia 24 às 20h50min e será transmitida ao vivo pela TV aberta. A possibilidade de receber um jogo com o Santos, que tem grande torcida na região sul do Estado, mobilizou a Prefeitura, os vereadores e empresariado douradense na tentativa de agilizar as reformas no Douradão para que o estádio (que está interditado) fosse liberado a tempo para a realização da partida. Mas a confirmação do evento para a capital caiu como uma ducha de água fria nos douradenses. Mas, mesmo para realizar o jogo em Campo Grande, tanto o Naviraiense quanto a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) precisam correr contra o tempo porque o Morenão ainda não possui os laudo técnico e o sanitário, que são obrigatórios para qualquer praça esportiva sediar jogos oficiais. A responsabilidade em providenciar os laudos é da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que é a dona do estádio. A realização do jogo na capital foi acertada em uma reunião entre os presidentes da FFMS Francisco Cezário e do clube, Ronaldo Botelho. Enquanto espera pela liberação do estádio a diretoria do Naviraiense começa os preparativos fora do campo, para definir questões como a logística e a venda de ingressos. Já pelo Campeonato Estadual, o atual campeão sul-mato-grossense vai folgar na rodada de abertura que acontecerá neste final de semana e fará sua estréia apenas no dia 13, diante do Mundo Novo.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".