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Japoneses passam o sábado contabilizando a tragédia

Japoneses passam o sábado contabilizando a tragédia
12/03/2011 11:00 - ESTADÃO


O sábado foi marcado pelo clima de luto em todo o Japão. Cenas da tragédia causada pelo forte terremoto seguido de tsunami foram exaustivamente mostradas na televisão japonesa.

A cena de idosos sendo salvos das fortes ondas vindas do mar gelado e das casas e veículos sendo arrastados pelas águas emocionaram os japoneses, ainda incrédulos com o desastre.

A preocupação das autoridades agora é com a usina nuclear de Fukushima, em que um dos reatores ameaça derreter.

O governo já pediu a evacuação da população local, para evitar mais tragédias.

 

Região agrícola

O terremoto mais forte já registrado na história do Japão ganhou o nome de Tohoku Jishin, ou Terremoto do Nordeste.

O tremor atingiu uma das regiões mais pobres do país, formada por seis províncias: Aomori, Akita, Iwate, Fukushima, Yamagata e Miyagi, cuja capital é Sendai, o local mais próximo do epicentro do tremor.

A região abriga uma população de pouco mais de 9,4 milhões de habitantes e sua economia é baseada na agricultura.

Conhecida popularmente como "celeiro do Japão", é de lá que sai boa parte da comida que é consumida pelos japoneses. Arroz, legumes, frutas e pescados são os principais produtos locais.

Felpuda


O desgaste de antigas lideranças nacionais, com reflexo em nível local, é a maior preocupação dos dirigentes de partidos para as eleições deste ano, que terá reflexo em 2022. Em épocas passadas, essas figurinhas cruzavam os céus do País para visitarem os municípios e pedirem que a população votasse em seus ungidos. Agora, com pendências judiciais e poder enfraquecido, dificilmente seriam convidadas. A pandemia, que resultou no isolamento social, foi a pá de cal.