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Japão proíbe comércio de verduras na província de Fukushima

Japão proíbe comércio de verduras na província de Fukushima
23/03/2011 08:37 - estadão


O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, solicitou às autoridades de Fukushima nesta quarta-feira, 23, que proíbam a distribuição e o consumo de alguns tipos de verduras nessa província, afetada em sua costa leste por vazamentos radioativos de sua usina nuclear.

O governo disse que registrou níveis excessivamente altos de radiação em 11 tipos de verduras procedentes da província de Fukushima e no leite da província vizinha de Ibaraki, mais ao sul.

O Ministério da Saúde japonês fez o apelo para que a população não consuma esses alimentos, em lista que inclui espinafre, brócolis, repolho e nabo, entre outros.

Segundo manifestou em entrevista coletiva Yukio Edano, porta-voz do Executivo japonês, se trata de uma medida de precaução.

As verduras cultivadas na província de Fukushima são distribuídas pela Federação Nacional de Agricultura, e a comercialização destes alimentos está suspensa desde a última segunda-feira, informou a agência local Kyodo.

Uma pessoa que porventura ingerisse 100 gramas de alimento com a maior concentração de material radioativo detectada até o momento durante dez dias, receberia uma radiação equivalente à metade da exposição natural ao meio ambiente durante um ano.

As autoridades japonesas detectaram níveis de césio 164 vezes superiores ao limite e sete vezes mais de iodo em um tipo de verdura na localidade de Motomiya.

O governo do Japão proibiu nesta segunda-feira a comercialização de espinafre e leite da província de Fukushima, onde fica a instável usina Fukushima Daiichi, e aconselhou a população a não consumir estes alimentos por recomendação da Comissão de Segurança Nuclear do Japão.

Além disso, foram registrados níveis de materiais radioativos acima do limite permitido na província de Ibaraki em leite e salsinha, e por isso o Governo solicitou também que as autoridades regionais suspendam sua distribuição.




Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSB do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!