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Campo Grande - MS, quarta, 19 de dezembro de 2018

Oito apresentações

Jack Johson fala sobre a música e shows no Brasil

20 MAI 2011Por G122h:00

Antes da primeira vinda ao Brasil, em 2006, Jack Hody Johnson pensou em não mais sair em turnê. “Foi quando decidi doar 100% dos meus lucros. Doamos tudo o que sobra após a dedução dos custos da turnê”, recorda o cantor, em entrevista por telefone ao G1, antes de desembarcar por aqui para oito shows.
 

"Tivemos que decidir se pararíamos de sair em turnê ou diminuiríamos o impacto negativo dos shows. Doar o dinheiro fez com que o impacto positivo da ação fosse aumentado." Para ele, música sempre foi e será "um hobby, algo secundário". "As doações para ONGs são mais importantes do que os shows. Tento achar um equilíbrio entre minha preocupação com música e a com o meio ambiente", explica.
 

Johnson faz música pop, mas não é um popstar. Nascido em Honolulu, no Havaí, pegou um violão com mais empenho quando já passava dos 17 anos. Antes, só pegava ondas. Rabiscou as primeiras composições quando teve que ficar três meses afastado do surfe após acidente, tendo Bob Marley como referência.
 

"Ele sempre esteve presente, desde quando era pequeno no Havaí", atesta, sem concordar que as canções do ídolo jamaicano tenham perdido força 30 anos após sua morte. "O reggae continua popular, toca no rádio, é especial. Sou sortudo de ter tocado e me tornado amigo do Ziggy e do Damian Marley. De certa forma, discretamente, eu me sinto parte da família Marley", comemora o cantor, que completou 36 anos nesta semana.

Em sua segunda turnê no Brasil, Jack Johnson passa por oito cidades (Foto: Divulgação)
Eu sou um sortudo de ter tocado e me tornado amigo do Ziggy e do Damian Marley. De certa forma, discretamente, também me sinto parte da família Marley"
 

Jack Johnson


No Brasil ou para onde quer que vá, o dono de hits como "Sitting, waiting, wishing" e "Upside down" leva a família. "No começo, viajei sem minha mulher, enquanto ela estava na faculdade. Era estranho ficar sem ela. Agora, quase sempre levo todos. Meus filhos são novos. É importante estar por perto. Não só por eles, mas por mim", explica. "Uma das coisas sobre o estilo de vida dos músicos é que você tem que dizer adeus para sua família. Sou sortudo por estar com eles sempre."

No meio desse discurso bem calibrado (e cheio de boas intenções) há chance de surgir um político? "Não mesmo. Eu me vejo mais como alguém que busca arrecadar fundos", diferencia. "Sou um cara normal, não tenho todas as respostas. Mas fico feliz quando me fazem perguntas e demonstram interesse pelas causas. Tenho a chance de repassar dinheiro para os grupos que entendem das coisas. De vez em quando, sinto que a parte de mim que fala sobre ecologia fica mais forte do que a que lida com música. Tento procurar o equilíbrio."
Política não é mesmo a praia de Jack. O encontro com Dilma Rousseff, conta ele, "é apenas um rumor". "Talvez seja por isso que você tenha me perguntado se eu queria me tornar um político", brinca, rindo timidamente. "Se a encontrasse, seria apenas para parabenizá-la por ser a primeira presidente mulher do Brasil."
 

Jack Johnson no Brasil
 

São Paulo (no festival Natura Nós)
Quando: 21 de maio, às 15h
Onde: Chácara do Jockey - Avenida Pirajussara, s/n
Ingressos: R$ 180 (pista) e R$ 450 (pista premium)
 

Belo Horizonte
Quando: 24 de maio, às 20h
Onde: Mineirinho Arena - Av. Antônio Abrahão Caram, 1000, Pampulha
Ingressos: R$ 140 (arquibancada), R$ 220 (inteira) e R$ 260 (pista premium 1º lote)
 

Brasília
Quando: 25 de maio, às 20h
Onde: Estacionamento Mané Garrincha
Ingressos: R$ 500 (pista premium), R$ 260 (pista) e R$ 700 (camarote lounge)
 

Fortaleza
Quando: 27 de maio, às 22h
Onde: Marina Park - Av. Presidente Castelo Branco, 400, Praia de Iracema
Ingressos: R$ 100 (pista), R$ 130 (frontstage) e R$ 200 (espaço lounge club)
 

Recife
Quando: Centro de Convenções - Av. Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda
Onde: 28 de maio, às 22h
Ingressos: R$ 200 (pista) e R$ 250 (frontstage)
 

Porto Alegre
Quando: 2 de junho, às 21h
Onde: Ginásio Gigantinho - Rua Padre Cacique, 891, Praia de Belas
Ingressos: R$ 130 (arquibancada), R$ 200 (cadeiras), R$ 160 (pista), R$ 280 (pista premium)
 

Florianópolis
Quando: 3 de junho, às 22h
Onde: Stage Music Park - Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho, km 1.5, 2500, Jurerê Internacional
Ingressos: R$ 350 (camarote A e B), R$ 160 (pista) e R$ 280 (pista premium)
 

Rio de Janeiro
Quando: 5 de junho, às 20h
Onde: HSBC Arena - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Ingressos: R$ 480 (pista premier), R$ 260 (pista), R$ 300 (cadeira nível 1), R$ 160 (nível 3)

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