Investigadores dizem que desvio de rota do Boeing 777 foi pré-programado

Investigadores dizem que desvio de rota do Boeing 777 foi pré-programado
19/03/2014 05:00 - G1


Investigadores americanos afirmaram, nesta terça-feira (18), que o desvio de rota sofrido pelo Boeing 777 da Malaysia Airlines foi planejado no computador do avião. Provavelmente, por alguém que estava na cabine de comando.

A rota original do Boeing, de Kuala Lumpur até Pequim, na China, era praticamente uma linha reta. Segundo investigadores americanos citados pelo jornal New York Times, todas as mudanças de curso, que desviaram o jato de seu destino final, foram pré-programadas. Teriam sido lançadas por alguém em computador de bordo, o sistema de gerenciamento de voo, ou FMS, na sigla em inglês.

É mais uma suspeita que recai sobre o piloto e o copiloto da Malaysia Airlines. Apenas eles, ou pessoas com muito conhecimento técnico, poderiam fazer essa programação. Antes ou depois da decolagem, mas de dentro da cabine de comando.

A Malaysia Airlines já confirmou que foi o copiloto Fariq Abdul Hamid que fez o último contato de voz com o controle aéreo.

Peritos ainda analisam o simulador de voo que o comandante tinha em casa. E um dos passageiros, Mohd Selamat, de 29 anos, está sendo investigado mais de perto. A profissão dele: engenheiro de aviação.

A região de buscas foi ampliada mais uma vez para uma área de quase oito milhões de quilômetros quadrados, um pouco menor do que o território do Brasil.

A China disse que faz buscas agora por terra, no oeste do país. Em Pequim, as famílias dos passageiros desaparecidos, cada dia mais revoltadas, chamaram o representante da companhia aérea de mentiroso e ameaçaram iniciar uma greve de fome.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".