Campo Grande - MS, sábado, 18 de agosto de 2018

OPERAÇÃO QUESTOR

Investigação vai continuar por mais dois meses

17 MAI 2011Por Capital do Pantanal00h:02

Na tarde  de ontem (16), em entrevista ao site Capital do Pantanal, o delegado chefe da Polícia Federal de Corumbá, Alexandre do Nascimento, informou que as investigações ligadas a “Operação Questor”, devem continuar por mais dois meses.

A investigação da “Operação Questor”, começou a pouco mais de um ano e o nome faz referência ao administrador financeiro da antiga Roma, “Questor”. Era de sua incumbência coletar os impostos, supervisionar o tesouro, e fazer a contabilidade do “Estado Romano”, função que equivale ao atual secretário de Finanças. A quadrilha é composta por funcionários públicos e empresários da cidade de Ladário (MS) desviou uma quantia superior a meio milhão de reais dos cofres públicos.

De acordo com o delegado Alexandre, essa foi mais uma etapa da investigação cujo nome é “Operação Questor”. “Trabalhamos em conjunto com o Ministério Público Federal e a Controladoria Geral da União, também cumpre 26 mandados de busca e apreensão em Ladário, Corumbá, Dourados, Campo Grande, Barão de Contegipe (RS) e Maringá (PR). As investigações devem continuar de um a dois meses. Nesta segunda, foram apreendidos cerca de 20 computadores e centenas de documentos”, destaca o delegado.

Já estão no Estabelecimento Penal o secretário de Finanças de Ladário, Name Antonio Faria de Carvalho; Márcio José Pimenta (Setor de Licitações); Samuel Molina (Contador). E no presídio feminino a secretária de Educação de Ladário, Eliene Urquiza, e Maria Helena Silva (Núcleo de Projetos da Prefeitura). A advogada Geral de Ladário, Candelária Lemos continua na Delegacia de Polícia Federal de Corumbá.

De acordo com as investigações as prisões são temporárias, pelo período de cinco dias, mas podem se tornar em prisão preventiva.

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