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POLÍTICA

Intimidade protegida

Intimidade protegida
24/05/2010 06:45 -


CRISTINA MEDEIROS

Manter uma higiene íntima adequada é muito importante para proteger a região genital de infecções e outros incômodos. É preciso estar atenta a pequenos cuidados diários, principalmente em dias de altas temperaturas, quando a atenção deve ser redobrada. A mudança de hábitos no dia a dia da mulher, como o uso de roupas justas e sintéticas, calcinhas de lycra, depilação com cera, entre outros, criou caminhos que podem interferir na saúde da região íntima ou prejudicar a sua ventilação, alterando assim o pH local criando um ambiente propício para o desenvolvimento de alguns incômodos ginecológicos.

Mas a maioria das mulheres fica em dúvida de como proceder para que o resultado seja correto e efetivo. Afinal, será que o simples uso diário de um sabonete é o bastante? Para esclarecer sobre as condutas certas, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) com o apoio da Sanofi-Aventis criou o 1° Guia de Condutas Sobre Higiene Íntima, direcionado a ginecologistas e obstetras. “Atualmente, há muitas informações desatualizadas sobre higiene íntima feminina e percebemos a necessidade de elaborar um guia para formalizar as orientações práticas sobre o tema, embasadas em investigação científica”, diz Nilson Roberto de Melo, ginecologista e presidente da federação.

Para ampliar a conscientização sobre o tema, foi lançado também o 1° folheto de “Orientações sobre higiene íntima feminina”, uma versão compacta do guia de condutas, com as principais dicas para a higiene íntima diária da mulher.  O folheto está sendo distribuído em consultórios de ginecologia, para que os médicos o disponibilizem para suas pacientes. 

“O folheto de orientações responde às principais dúvidas relativas à frequência da higienização, como ela deve ser feita, se é ou não necessário usar produtos específicos, entre outras”, explica o ginecologista Paulo César Giraldo, professor da Universidade de Campinas e coordenador do Guia da Febrasgo.

Atualmente, existem várias opções de produtos para cuidar do caso: lencinhos umedecidos, sabonetes específicos, protetores de calcinha, desodorantes. São tantos os produtos que a variedade pode até nos confundir. Daí, o que seria um prosaico momento de limpeza se revela um verdadeiro banho de dúvidas.

O que pouca gente sabe é que a vagina também tem glândulas sebáceas. E elas secretam um sebo capaz de exalar um cheiro característico quando entram em contato com o ar. O odor da genitália feminina é, portanto, normal por uma questão puramente fisiológica. Mas, se o cheiro começar a mudar ou ficar muito forte, você pode estar com algum tipo de infecção. O mesmo vale para o corrimento. Ele pode ser natural, mas, muitas vezes, é proveniente da chamada vaginite – ou seja, inflamação dos tecidos da vagina.

A vaginite acontece, na maioria das vezes, pela ação de fungos, que produzem uma secreção espessa e esbranquiçada; de bactérias, que produzem um corrimento malcheiroso; e de protozoários, que causam um corrimento espumoso e de cheiro desagradável. Portanto, a higiene é fundamental!

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!