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PÁSCOA

Indústrias de chocolates esperam ampliar vendas

Indústrias de chocolates esperam ampliar vendas
17/04/2011 09:27 - G1


A fabricação de chocolates triplica nesta época do ano, às véspera da Páscoa. O setor espera vender 20% a mais do que no ano passado.

A produção de chocolates deste ano deve superar 20 mil toneladas. A expectativa do setor é faturar R$ 700 milhões nessa Páscoa. Números que fazem do Brasil o quinto maior produtor de chocolate do mundo. Na Páscoa, o Brasil é o segundo país que mais consome chocolate no mundo, somente atrás da Inglaterra.

Nessa época do ano, são criados em média 70 mil novos empregos temporários em todo o Brasil. A informação é da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário. Só no estado de São Paulo foram abertas mais de 20 mil vagas.

A empresa de Silvana Marconi cresce 20% ao ano: “de uns anos pra cá todo o processo é feito aqui. Nós fabricamos o chocolate. E é muito prazeroso. Começar a criar o produto dentro do chão de fábrica”, diz a empresário

O carro chefe são os ovos de chocolate: 210 funcionários produzem mais de 10 opções de ovos - tem chocolate ao leite, branco, mesclado, e com recheios cremosos de vários sabores.

Para dar conta de tanta produção, a fábrica aumenta o número de funcionários cinco meses antes da Páscoa. Na fábrica de Silvana, 40 pessoas foram contratadas temporariamente. Grande parte fica neste setor de embalagens, onde tudo é feito de forma manual.

Segundo a empresária Silvana Marconi o segredo para aumentar as vendas é ouvir o cliente. “Nós lançamos sempre produtos novos buscando uma resposta diretamente do consumidor. Entendemos ser importante esse retorno. Quando ele aprova o produto ele está pronto para ser lançado no mercado”, diz.

O investimento para montar uma produção artesanal de ovos e bombons é baixo. Com R$ 10 mil é possível comprar matéria-prima, equipamentos básicos e moldes. Os ovos de Páscoa são vendidos a partir de R$ 10. O de 800 gramas custa R$ 50.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?