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EMPREGO E CARREIRA

Indústrias de celulose capacitam moradores e movimentam economia

Indústrias de celulose capacitam moradores e movimentam economia
16/03/2014 12:30 - Paula Vitorino


A indústria da celulose, além de movimentar a economia e a geração de empregos em Mato Grosso do Sul, está levando capacitação para os profissionais dos canteiros de produção e também da comunidade ao redor, transformando a realidade de municípios. Entre as parcerias das fábricas com institutos de ensino, beneficiando empregados e moradores, cerca de 7 mil pessoas participaram de formações no ano passado. Há cerca de 10 anos trabalhando no setor, Alessandro Costa Rodrigues, que hoje atua como supervisor de viveiro da Eldorado Brasil, foi um dos funcionários que voltou à sala de aula para participar do Programa de Desenvolvimento de Líderes (PDL) . Ele afirma que a capacitação funcionou como uma reciclagem, aprofundando seus conhecimentos sobre a área, mas também serviu de motivação para a rotina de trabalho.

“Sem dúvida, a formação no programa me ajudou a melhorar tanto no aspecto profissional quanto no pessoal. Eu acredito que vou crescer na empresa como gestor de processo, os outros benefícios vem como consequência”, destaca. O gerente geral de Recursos Humanos da empresa, Carlos Gajardoni, frisa a importância do investimento em qualificação e diz que o retorno é garantido. “Nossos colaboradores trabalham aqui com o que chamamos de ‘espírito de dono’. Cada um cuida de suas atividades como se cuidasse de sua própria empresa e incentivamos as lideranças a dar autonomia e acompanhar o desempenho das equipes. Dessa forma, o colaborador se desenvolve ainda mais e a empresa mantém o mais importante de seus valores, as pessoas”, explica.

No ano passado, a empresa investiu na capacitação de 600 funcionários para operar tratores e equipamentos de última geração na área florestal. Em parceria com o Senai, 190 jovens com mais de 16 anos, moradores da região, participaram do programa “Minha Primeira Profissão” durante 16 meses - metade da turma foi contratada pela Eldorado.
Para 2014, ainda no primeiro semestre, a previsão é de realizar a segunda turma do Programa de Desenvolvimento de Líderes, com meta de beneficiar 200 profissionais – o dobro de vagas de 2013. O curso conta com 11 mil horas de treinamento.

Fibria

Na Fibria, a outra indústria de celulose de Três Lagoas, as qualificações abrangeram 6 mil pessoas no ano passado. Foram 68 mil horas de capacitações técnicas e comportamentais voltadas para empregados e à comunidade ao redor da unidade.  “A tecnologia está em constante mudança e é necessário atualizar-se sobre as novidades e reciclar os conhecimentos adquiridos”, ressalta o gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO), Arnaldo Milan, lembrando que mais de 2.500 pessoas foram qualificadas na Unidade Florestal e cerca de 700 pessoas na Unidade Industrial.

Por meio de parcerias com o Sistema S, a empresa está investindo para transformar a realidade dos jovens e famílias que moram na região. Arnaldo reforça que a estratégia da Fibria inclui o treinamento de seus profissionais, mas também da comunidade em geral. “A Fibria tem o compromisso de desenvolver as comunidades onde atua e nosso objetivo com os treinamentos e qualificações é a formação de mão de obra especializada que possibilita uma atuação profissional não apenas em Três Lagoas, mas em toda a região”, frisa.

A estudante Sueny Simões da Silva, de 21 anos, conta que “a possibilidade de realizar as aulas práticas no campo foi uma experiência que agregou muito valor aos meus conhecimentos”. Ela está fazendo o curso técnico em mecânica (realizado em parceria com o programa Jovem Aprendiz) e pretende se especializar na área. 

Felpuda


Ao que tudo indica, partido teria criado “racha” apenas visando jogar para a plateia, e, assim, quem estava com a corda toda anunciou que se prepara para o desembarque. Nos bastidores o que se ouve é que o tal fundo partidário seria o motivo da desavença e que quem nunca comeu mel quando come se lambuza. Só que não. A estratégia é continuar “dono” da atual legenda e “tomar a frente” de partido que está em fase embrionária. Tudo inspirado na “velha política”.