Domingo, 17 de Dezembro de 2017

PROFISSIONAIS

Indústria terá
9 mil vagas em
Mato Grosso do Sul

26 JAN 2014Por DA REDAÇÃO00h:00

A indústria de Mato Grosso do Sul precisará contratar cerca de 4,3 mil profissionais por ano para atender à demanda por vagas industriais entre 2014 e 2015 no Estado, o que corresponderia a quase 9 mil trabalhadores no período, segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), conforme matéria de hoje (26) no jornal Correio do Estado. O levantamento revela ainda que os três segmentos industriais sul-mato-grossenses que concentram a demanda por formação para novos empregos são construção civil, sucroenergético e alimentos e bebidas. Segundo a projeção do Mapa do Trabalho Industrial, juntos, esses segmentos respondem por 58,7% da demanda por formação para atender a novos empregos industriais nesses dois anos, ou seja, 2,5 mil trabalhadores.

Ainda conforme o estudo, esses trabalhadores deverão ser contratados não apenas na indústria, mas também em outros segmentos da economia, como serviços, que também exigem profissionais com formação industrial, incluindo todos os tipos de ocupações (baixa e média qualificação, técnicos e profissionais de nível superior). De acordo com o levantamento da CNI, apenas o segmento da indústria de alimentos e bebidas deve abrir 1,5 mil vagas em dois anos, enquanto a indústria da construção civil oferecerá outras 757 vagas e o sucroenergético mais 297 postos de trabalho.

Para atender essa demanda do setor industrial, o Senai vai oferecer somente neste ano de 2014 mais de 80 mil vagas e outras cerca de 80 mil para o próximo ano, totalizando mais de 160 mil vagas, a maioria gratuita, em diversos cursos de educação profissional distribuídos nas modalidades de nível superior, técnica, de qualificação, de aperfeiçoamento, de treinamento e de aprendizagem industrial. “Nossa intenção, como entidade de formação profissional voltada para a indústria, é atender a demanda do setor em Mato Grosso do Sul por mão de obra qualificada”, pontuou o diretor-regional do Senai, Jesner Escandolhero. Ele acrescenta que esse esforço vai ao encontro das necessidades das indústrias instaladas no Estado, que ressentem da falta de mão de obra qualificada para ampliar sua produção.

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