NOVO ATAQUE

Índio desaparece durante conflito com seguranças de fazendeiro, diz Cimi

Índio desaparece durante conflito com seguranças de fazendeiro, diz Cimi
11/08/2012 11:30 - agência brasil


A briga pela posse da terra entre índios da etnia Guarani Kaiowá e fazendeiros de Mato Grosso do Sul resultou em mais um episódio de violência ontem (10). De acordo com informações do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), cerca de 400 indígenas ocuparam duas fazendas na área do conflito judicial no município de Paranhos, próximo à fronteira com o Paraguai.

Os índios foram reprimidos por seguranças dos fazendeiros. No conflito, de acordo com o Cimi, os indígenas se esconderam no mato, mas um deles, Eduardo Pires, foi alcançado pelos seguranças, retirado do local e está desaparecido.

De acordo com o coordenador regional do Cimi em Mato Grosso do Sul, Flávio Machado, houve tiros no momento do conflito com os seguranças dos fazendeiros, no entanto, não há notícias de feridos ou mortos.

O confronto ocorreu durante a manhã. À tarde, três carros com homens da Força Nacional foram até o local, fizeram buscas, no entanto, não encontraram o indígena desaparecido. Com a chegada da polícia, muitos indígenas que haviam se dispersado retornaram e se concentraram dentro de uma das propriedade, a Fazenda Eliane.

As lideranças do Cimi querem que o governo federal garanta policiamento constante na área para evitar novos confrontos. "Pela manhã, os indígenas entraram nas fazendas Eliane e Campina. Atualmente, eles estão na Fazenda Eliane e nosso medo é que aconteça um novo conflito, já que os seguranças são muitos e contratados pelo conjunto de fazendeiros da área”, disse Machado.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".