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SUSTENTABILIDADE

Indiano cria geladeira que dispensa eletricidade e custa R$ 135

Indiano cria geladeira que dispensa eletricidade e custa R$ 135
22/01/2014 01:00 - Eco desenvolvimento


Além de representar uma das fatias da conta mensal de luz, a geladeira é um eletrodoméstico que não é acessível a 100% da população, sobretudo nas regiões mais afastadas e vulneráveis de muitos países. Ao pensar nisso, o artesão indiano Mansukhbai Prajapati idealizou um refrigerador que dispensa a eletricidade para funcionar. Batizado de MittiCool, o aparelho funciona à base do mesmo princípio de resfriamento dos velhos filtros de cerâmica

. A inovadora geladeira, cuja temperatura pode chegar a 8ºC, consegue deixar frutas, legumes, leite e verduras frescos por até três dias, por meio de uma câmara de água na parte superior do produto. A evaporação escorre pelas laterais da parede de cerâmica da geladeira (quatro tipos diferentes de argila), o que faz com que os mantimentos continuem frescos. Já á torneira na parte frontal disponibiliza água para o consumo.

E quanto ela custa?
O valor médio de venda da MittiCool é de R$ 135,00, o que a torna acessível a uma boa parcela da população, levando-se em conta o preço de uma geladeira convencional (que ainda por cima gasta energia). "Em 1997 eu havia lançado com sucesso um mini filtro de água. Então, a partir de 2002 eu comecei a trabalhar nessa pequena geladeira", relata Prajapati em seu site.

Segundo ele, a geladeira-filtro tem até pedidos de encomenda de outros países.O artesão, 49 anos, nasceu na aldeia Wankaner, onde aprendeu a trabalhar com argila. "Meu objetivo é fornecer todas as versões mais acessíveis em escala nacional para as pessoas que não possam pagar por produtos eletrodomésticos", completa o inventor.

Felpuda


Vêm aumentando que só os disparos de segmentos diversos contra cabecinha coroada que, até então, acreditava voar em céu de brigadeiro. O novo coronavírus chegou, ganhou espaço, continua avançando e atualmente tem sido o melhor cabo eleitoral dos adversários. A continuar assim, sem ações mais eficazes, o estrago político poderá ser grande. Observadores mais atentos têm dito que o momento não é de viver o conto da “Bela Adormecida”. Só!