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REFORMA AGRÁRIA

Incra quer de volta 35 dos 179 assentamentos

Incra quer de volta 35 dos 179 assentamentos
06/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Dos 179 assentamentos rurais criados de três décadas para cá pela superintendência do Instituto Nacional de Colonização Agrária (Incra), em Mato Grosso do Sul, 35 dos quais, proporcional a 20% da totalidade, devem ser confiscados por meios judiciais. É que os primeiros donos das áreas que medem de 25 a 8 hectares abandonaram os imóveis, trocaram por outros, desflorestaram ambientes protegidos por lei e, na maioria dos casos, negociaram as terras sem o carimbo da instituição. A reportagem está na edição de hoje (06) do jornal Correio do Estado.

Cálculos estimados pelo Incra indicam que ao menos seis mil parceleiros – ou em torno de 24 mil pessoas (estima-se quatro pessoas por família) – sejam desapropriados dos assentamentos assim que divulgado o desfecho dos enredos judiciais.

Além da retomada das áreas, o ex-procurador chefe do Incra em MS, Antônio Augusto de Barros, afirmou ao Correio do Estado, na sexta-feira, pela manhã, que a instituição “abriu investigação contra aqueles que causaram prejuízos contra a reforma agrária”. Pela conta do procurador “historicamente as irregularidades nos assentamentos atinge em torno de 20% sobre o totalidade dos assentamentos, embora em alguns casos, a soma alcance 50%”.

Segunda-feira, dois dias depois desta entrevista, o então procurador chefe do Incra, Antônio Augusto Barros, morreu aos 58 anos de idade, vítima de um infarto. A reportagem é de Celso Bejarano.

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