CIDADES

Imóvel tombado serve de abrigo para marginais

Imóvel tombado serve de abrigo para marginais
22/03/2010 08:34 -


Alvo de disputa judicial entre a prefeitura e o proprietário, o vereador Paulo Pedra (PDT), uma casa localizada na esquina das ruas Antônio Maria Coelho e 13 de Maio tornou-se abrigo de marginais, embora em 2008 tenha sido tombada para o pat r i môn io h i stór ico. O imóvel está abandonado, com o portão aberto e, de acordo com vizinhos, frequentado diariamente por desocupados e viciados em droga. “Eu estou quase construindo uma porta de tijolo nesta casa para impedir que as pessoas entrem ali. Colocamos até cerca elétrica no nosso estabelecimento (uma casa noturna, exatamente ao lado da casa tombada) para impedir que essa gente entre aqui”, diz o proprietário do imóvel vizinho, Juvenal Leite. O ut r o s d oi s i móve i s – listados como “tombáveis” – também estão abandonados: o prédio onde funcionou o Hotel Americano, na esquina das ruas 14 de Julho e Cândido Mariano e outro, no cruzamento da 14 com a Avenida Afonso Pena. O único benefício que a prefeitura oferece para os proprietários de bens tombados para o patrimôn io histórico é a isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O benefício não é concedido para quem é dono de qualquer um dos imóveis classificados como de interesse cultural para a cidade. Caso, por exemplo, do Hotel Gaspar, um prédio de 53 anos, projetado pelo engen heiro Joaquim Teodoro de Farias, assim como outras duas edificações que fazem parte da história da cidade, o Edifício Nakao (na esquina das ruas 14 de Julho e Dom Aquino) e o Colégio Auxiliadora, na Rua Pedro Celestino.
smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".