Igreja Católica no Paraguai apoia Franco e pede justiça e paz no país

Igreja Católica no Paraguai apoia Franco e pede justiça e paz no país
23/06/2012 13:22 - agência brasil


O núncio da Igreja Católica no Paraguai, Eliseo Antonio Ariotti, disse hoje (23) que o novo presidente Federico Franco pode contar com o apoio dos católicos para exercer os 11 meses de governo que tem pela frente. Segundo ele, o país viveu momentos delicados, mas agora é tarefa de todos contribuir para a normalização da situação. No país, cerca de 90% dos 7,3 milhões habitantes são católicos.

“O Paraguai viveu momentos muito delicados. Mas, neste momento, temos de continuar a dar, cada um, o melhor. Há a necessidade de dar força e continuidade no caminho da justiça e da paz”, disse o arcebispo, que se reuniu hoje com Franco por cerca de meia hora, no palácio do governo.

O arcebispo marcou para as 16h uma missa, na qual abençoará o governo Franco e vai ler uma mensagem do papa Bento XVI para o novo presidente. “Hoje, na Catedral, vamos rezar pela paz. Neste momento, estamos apoiando as autoridades do país”, ressaltou o religioso.

Franco é católico praticante e costuma ir à missa todo domingo de manhã. No primeiro dia como presidente empossado, ele agendou a reunião com o arcebispo no começo da manhã. A Igreja Católica do Paraguai respaldou, inicialmente, o ex-presidente Fernando Lugo.

Ex-bispo católico, Lugo deixou ontem (22) o poder, após a aprovação do processo de impeachment contra ele, indicando que foi vítima de manobras políticas. A crise atingindo seu governo foi acentuada nas duas últimas semanas, depois de um confronto entre agentes policiais e camponeses no Nordeste do país, que gerou 16 mortes.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".