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CIDADES

Idosa é encontrada morta no Guanandy

Idosa é encontrada morta no Guanandy
22/07/2010 07:35 -


anahi zurutuza

Depois de vizinhos testemunharem uma briga de Amalda de Oliveira Soares, 60 anos, com o namorado, a idosa foi encontrada morta na tarde de ontem, dentro de casa, na Rua Graúna, Bairro Guanandy, região sul de Campo Grande. Ela estava desaparecida desde sábado (17), dia em que moradores das proximidades de onde a mulher residia dizem ter ouvido a discussão.
De acordo com uma das vizinhas, que pediu para ter a identidade preservada, Amalda namorava há três meses com um homem de aproximadamente 30 anos, chamado Hélio. Ele ia à casa da idosa todos os dias e dirigia uma caminhonete vermelha. Segundo a vizinha, no sábado, por volta da meia-noite, o casal começou a brigar. “Ela gritava: Para, Hélio, Para”, afirma.
Depois desse dia, Amalda não foi mais vista e nem o namorado. Preocupada, a vizinha pediu, na tarde de ontem, que o filho, de 10 anos, pulasse o muro da casa da mulher, já que as portas e o portão estavam trancados. “Por um buraco na janela, meu filho viu a dona Amalda deitada na cama”. Populares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e médicos encontraram o corpo da idosa já em estado de decomposição.
A ocorrência foi registrada como morte a esclarecer. Segundo o delegado reponsável pelas investigações, Ivahyr Luiz de Campos, no corpo não há sinais aparentes de que Amalda tenha sofrido violência. “Vamos aguardar o laudo pericial para saber a causa da morte”.
A polícia encontrou roupas masculinas da residência e algumas peças cortadas e jogadas na calçada. Segundo os vizinhos, Amalda teria descoberto uma traição do namorado e jogado as roupas dele no lixo.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!