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domingo, 17 de fevereiro de 2019 - 12h58min

i30 CW Novo Hyundai a caminho

23 ABR 10 - 01h:20
Fernando Miragaya, Auto Press

A Hyundai consegue proezas no mercado brasileiro. Depois de alcançar patamares de vendas surpreendentes para os utilitários esportivos Tucson e Santa Fe – e também números significativos para o sedã grande Azera –, a marca sul-coreana extrapolou a receita com o i30. Mas além de realçar o costumeiro e agressivo custo/benefício, já aplicado em todos os seus automóveis por aqui, com o hatch médio a montadora tratou de praticar um eficiente marketing, comparando, com certo exagero, o carro com modelos da BMW. Nessa mesma lógica, a Hyundai vai ampliar a linha do i30 no Brasil, a partir de junho, com a importação da versão perua CW do modelo. E torce para que as vendas, este ano em 3 mil unidades mensais só com o hatch, também se ampliem.

O CW quer realçar uma faceta – bem discreta – “aventureira” do i30. É a sigla para “Crossover Wagon”. No estilo, contudo, essa poção off-road do médio tem um jeitão muito mais familiar de perua. É verdade que o modelo tem um aspecto bem “parrudinho”. Em relação ao hatch, o comprimento é naturalmente maior: 4,47 metros contra os 4,24 m do dois volumes. Os 1,77 m de largura e 2,65 m de entre-eixos permanecem na station wagon. Mas por conta de um suporte para bagageiro de teto, a altura é ampliada em 12 cm e chega a 1,56 m.

A robustez também ganha eco no teto com caimento em arco na terceira coluna, linha de cintura em cunha, o vidro espia quase triangular, o rack no teto e as caixas de rodas bem delimitadas. Na traseira, o i30 CW adota lanternas verticais e paralelas ao vidro traseiro, que seguem o estilo do hatch médio. A janela ampla e retilínea contrasta com a tampa do porta-malas abaulada, enquanto os parachoque bojudos se sobressaem em relação à porta traseira. A frente é idêntica ao hatch: farois angulosos, capô abaulado e grade frontal com um filete cromado e a logomarca da Hyundai.

Na parte de motorizações, a marca sul-coreana vai seguir a estratégia enxuta, o que significa compartilhamento de peças e estoque mais simplificado. Ou seja, o i30 CW vai usar o mesmo propulsor 2.0 16V do i30 hatch e do Tucson, com comando de válvulas variável na admissão. A unidade de força gera 145 cv de potência 6 mil rpm e torque máximo de 19 kgfm disponível nos 4.500 rpm. A transmissão, assim como nos dois volumes, terá a opção de câmbio manual de cinco marchas ou transmissão automática de quatro velocidades. A suspensão é independente do tipo McPherson na frente e independente com braços múltiplos atrás.

Na lista de equipamentos, a Hyundai também vai manter a configuração única para o CW no Brasil, com diferentes pacotes de equipamentos a cada faixa de preço. Todos os modelos da station wagon chegarão ao Brasil com air bag duplo e freios com ABS. Na parte de conforto, ar-condicionado, direção elétrica, trio, rádio/CD/MP3, sensor de chuva, keyless, entre outros. Esta versão inicial do i30 CW deve começar em R$ 56 mil, cerca de R$ 2 mil a mais que o i30 hatch básico.

A perua média ainda pode receber air bags laterais e do tipo cortina, controles eletrônicos de estabilidade e de tração, teto solar, encostos de cabeça dianteiros ativos, ar automático, sensor de obstáculos traseiro. O que deve fazer a versão top chegar a R$ 75 mil. Um custo/benefício agressivo em um nicho carente de novidades e de concorrentes. Afinal, a Peugeot 307 SW e o Renault Mégane Grand Tour estão em fase de “despedida” e o Volkswagen Jetta Variant só chega em versão topo de linha com preços acima de R$ 84 mil. Um panorama que pode ser favorável para a Hyundai deslanchar mais uma vez.
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